Mato Seco

Mato Seco
Release

A poesia segue firme e forte como forma de revolução na voz daqueles que disseminam o amor, e a música cada vez fala mais alto. Ela vem como uma espada cortante afiada sobre o véu imposto pelos que alimentam a escuridão e que continuam a oprimir. Ela vem gritando, “Força pra vida, abaixo a dor”! E assim Mato Seco completa uma trilogia com a chegada de seu mais novo disco, “Seco e ainda Vivo” que consagra a primeira década de caminhada da banda, com canções de intenções fortes e palavras de verdade que abrandam corações e incentivam buscar a evolução e manter viva a fé, para que dias melhores e mais felizes sejam reais.

O álbum traz 15 canções inéditas, dentre elas algumas participações muito especiais e nasceu através da interação direta do característico som da banda com o toque peculiar de alguns dos maiores mestres do gênero. O disco foi produzido pelo arquiteto da música jamaicana Errol “Flabba” Holt, um dos responsáveis por tornar o reggae música e patrimônio mundial.  Firmando ainda mais a união do Brasil com a Jamaica, um ícone da música reggae da Ilha esteve presente. Na canção “Like a Lion”, Max Romeo encanta e emociona com a voz que vem do coração.  A interação se estendeu e ligou as Américas, com as participações de Harrison Stafford e Marcus Urani da banda californiana Groundation, na canção “Gueto do Mundo (Ghetto of The World)”. O talentoso e brilhante Mestre Oswaldinho do Acordeon inundou de sentimento “Farinha Pouca”, que clama por menos pobreza e preconceito, e mais união e cooperação. Completando o time, a banda paulista Nazireu Rupestre que trouxe o peso, o clamor e o louvor dos tambores Nyabinghi e a bela poesia de Daniel de Brito na canção de esperança, “Um Novo Lugar”.

“Seco e ainda Vivo” foi gravado e mixado por Richard Meyer e masterizado por Jim Fox e Mike Caplan no tradicional Lion & Fox Studio, em Washington/DC (EUA) e lançado pelo selo da banda, “Homens do Mato”. A arte visual mais uma vez é assinada por Tiago Moriya e Renan Alves, dando continuidade à história do disco anterior “Seco mas não morto”, chegando as artes a interagirem quando unidas. Mantendo evidente a raiz e o ideal que os precede, a banda não teve medo em se redescobrir, experimentar o novo e também de manter suas mensagens fortes. Tocando o tradicional “Roots Rock Reggae”, flertando com o SKA, se fazendo parte do Groove e se vestindo do feeling do Blues, o jeito brasileiro e humano de se fazer música com o coração se faz vivo nesse disco. Que venham novos tempos, bons momentos, tempos que esse disco abraçará com prazer e que farão do “Seco e ainda Vivo”, vivo para sempre!